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Projecto " As Pedras Também Falam" Visita de Estudo à Ermida

No âmbito do projeto “ As Pedras Também Falam” da fundação Ilidio Pinho, os alunos do Jardim de Infância de Paço Vedro de Magalhães e de Vila Nova de Muía realizaram uma visita de estudo à Ermida e ao seu Núcleo Museológico. Nesta freguesia situada em plena serra Amarela fomos gentilmente recebidos pelas pessoas da freguesia, e pelo seu representante máximo o Sr. Presidente da junta de freguesia Manuel Ascensão.

Nesta freguesia tipicamente serrana as crianças foram convidadas a observar as suas grandiosas paisagens, as quedas de água da ribeira de Carcerelhe, e ainda os seus valores patrimoniais e aspectos turísticos como a igreja Matriz, o cruzeiro, o núcleo museológico: Estátua Menir e Pedras dos Namorados de origem romana.



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A Primavera Chegou





Aprendemos algumas   histórias e canções...

A Primavera chegou                        


Refrão
A Primavera Chegou
Eu sei que ela chegou
Quem foi que isso te contou
Quem foi que isso te contou
Os pássaros, os pássaros, foram eles que me contaram. (Bis)

II
As flores, as flores, foram elas que me contaram. (Bis)
II
As borboletas, as borboletas, foram elas que me contaram. (Bis)
III
As joaninhas, as joaninhas, foram elas que me contaram. (Bis)

Fiminsects27.gif                
                                                           

Primavera já chegou


Música: “Sobe sobe, balão sobe”
I
Primavera já chegou
Toda a terra vai florir
Frutos novos em botão
Estão a abrir…
plants155.gif
plants136.gifII
Olha os ninhos tanta vida         
Olha os campos quanta flor
insects04.gif
insects14.gifPrimavera é
A festa em flor.

Refrão

Lá-lá-lá-lá-lá-lá
Lá-lá-lá-lá-lá-lá
plants098.gif
Lá-lá-lá-lá-lá-lá
plants101.gif
III
Olha os ninhos tanta vida                 insects24.gif
Olha os campos quanta flor
Primavera é
A festa da cor.                                  
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Projeto - As Pedras Também Falam - Sons da pedra: " Pedrofone"

No âmbito do projeto " As Pedra Também Falam" desenvolvemos mais uma actividade:
Sons da Pedra: Pedrofone

Se de madeira há xilofones, por que não poderá haver de pedra, Pedrofones?
Usando a mesma técnica do xilofone, substituíram-se as ripas de madeira por lâminas de granito serrado.  Descobrimos que:  o som é produzido quando algo vibra;  o som viaja através dos corpos;  objectos de tamanhos diferentes, (neste caso as faixas de granito serrado)  produzem sons diferentes.
Nós, divertimo-nos a ver a sua construção e o acerto das notas, adoramos experimentar. A música soa mesmo bem! Agora, é preciso afinar o instrumento. Como não somos especialistas, vamos procurar um que nos dê a sua opinião.
Entretanto, os nossos pais andam atarefados a fazer a música que iremos tocar.
Desenvolveu-se com esta actividades a capacidade de observar, imaginar, prever e explicar;
 despertou-se para a curiosidade de saber e do desejo de aprender;
estimulou-se a audição promovendo competências de audição e concentração;
abordaram-se aspectos científicos que ultrapassam a experiência directa da criança e as suas vivências imediatas.
Depois daremos notícias...
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Dia do Pai

Durante esta semana dedicamos parte do nosso tempo a trabalhar para o nosso pai, ler histórias, fazer desenhos e textos, tudo sobre ele. Ele é mesmo o nosso herói

Agora podemos revelar o que lhe vamos oferecer: é uma caixinha feita com caixas de cereais e decorada por nós, lá dentro tem uma esferográfica que nós decoramos com muito carinho.                                      



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"As pedras também falam" Perfil de Solo

Todas as Rochas que estão à face da terra são alteradas através do processo de meteorização. O vento e principalmente a água são os agentes erosivos que mais contribuem para a desagregação das rochas. A água dissolve certos minerais, ou transforma-os noutros mais frágeis, diminuindo a consistência das rochas. As mudanças de temperatura provocam fracturas, fendas e fissuras, nas quais se acumulam fragmentos e elementos minerais resultantes da degradação das rochas, bem como folhas e outros restos mortos. Também se instalam alguns seres vivos, como plantas, cujas raízes alargam as fracturas, contribuindo para a desagregação das rochas.

O solo é o resultado de mudanças ocorridas nas rochas. A acção do vento da chuva e dos organismos vivos (processos físicos, químicos e biológicos) são os responsáveis por este lento processo. Calcula-se que cada centímetro do solo é formado num intervalo de tempo de 100 a 400 anos. Desta alquimia da mãe natureza resulta uma mistura complexa de grãos rochosos e minerais, matéria orgânica, água e ar, a que chamamos solo ou simplesmente "terra". Subtil universo onde pulula a vida, da bactéria mais humilde à maior das árvores.
No final da sua formação, o solo maduro é constituído por quatro horizontes, estes situam-se sobre a rocha – mãe, que é a rocha a partir da qual se formou o solo.
Nós, visitamos um perfil de solo e recolhemos algumas amostras das diferentes camadas.
Na sala, com a ajuda da professora Susana mãe do Luís, e do professor Orlando Costa, analisamos essas camadas à lupa binocular, verificando algumas diferenças na cor e na sua textura.




A primeira camada é rica em húmus, observamos restos de folhas, paus, sementes, casca de árvores, alguns bichinhos-de-conta, minhocas, formigas, aranhas, caracóis....
Essa camada é chamada camada fértil, por isso é a  melhor para as sementeiras, é nesta camada que as plantas encontram alguns sais minerais e água para se desenvolver.

A outra camada também tem uma cor escura, porque também é rica em húmus. As plantas encontram aqui água e sais minerais, calcário, argila e areia, que necessitam para fabricarem o seu alimento.
Esta camada é muito permeável e existem espaços entre as partículas da areia, permitindo que entre ar e água com mais facilidade. Descobrimos também que alguns animais como as toupeiras, as minhocas e as formigas, escavam por ai alguns túneis que permitem a entrada de ar.
A terceira camada é a das rochas parcialmente meteorizadas e erodidas.
A quarta camada é a de rochas que se começam a meteorizar.
As práticas que se desenvolveram reforçaram os principais conceitos relativos à ciência do solo. A verificação de algumas características mencionadas anteriormente familiarizou o aluno com este meio que muitas vezes é injustamente ignorado;  permitiram o manuseamento de instrumentos científicos; sensibilização para a linguagem cientifica, contribuição para a aquisição de hábitos de observação e de pesquisa...

Depois construímos o nosso perfil de solo



Este perfil de solo ficou em exposição  à comunidade educativa do Agrupamento e à comunidade local, no Dia das Ciências e, posteriormente, na Biblioteca do Pólo 1 do Agrupamento.
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Experiência " Como é que a pasta proteje os dentes?"

Estamos a ficar uns cientístas!
Para percebermos melhor como é que a pasta de dentes / flúor protegem os nossos dentes das cáries, realizamos mais uma experiência...
Material necessário:


2 ovos cozidos ( a casca fica um pouco mais dura, parecida com o esmalye dos dentes);
vinagre;
2 copos;
pasta de dentes.


1º barramos um dos ovos com pasta de dentes, a fazer de conta que era um dente lavado;
2º ao outro ovo não fizemos nada, fizemos de conta que era um dente não lavado;
3º depois colocamos os ovos dentro dos copos, e enchemos com vinagre.


Como não se podia ver o resultado, tivemos que esperar até ao dia seguinte.
Entretanto fomos colocando algumas hipóteses:
- O ovo sem pasta vai ficar preto;
- O que tem pasta vai ficar branquinho;
- o que não tem pasta vai ficar poder;
- vai ficar amarelo...

No dia seguinte...
No dia seguinte verificamos que o vinagre do  ovo não lavado estava mais escuro do que o do ovo lavado;
Quando retiramos o ovo do vinagre verificamos que o ovo lavado com pasta estava mais resistente, enquanto que o não lavado tinha uma casa muito fina e partia com muita facilidade.


Assim, com esta experiência, concluímos que a pasta dos dentes/flúor ajuda a proteger os dentes do ácido da boca e assim eles ficam mais fortes e duros, não molinhos e fracos como os dentes que não são lavados.
A higiene oral são os cuidados que devemos ter com a nossa boca.

Devemos lavar os dentes pelo menos três vezes ao dia, o seguir ao pequeno-almoço, a seguir ao almoço e ao jantar.
Não devemos comer doces fora das refeições, porque além de fazer mal à saúde, o açúcar ajuda as bactérias a provocarem as cáries.
Devemos bochechar com flúor de 15 em 15 dias, porque faz os dentes ficarem resistentes.
Usar o fio dentário para limpar entre os dentes.
Devemos ir ao dentista duas vezes por ano.
A escova dos dentes deve ser mudada de três em três meses e a pasta dos dentes deve ter sempre flúor. 0 comentários

Visita de estudo " Museu Martins Sarmento"

Foi no dia 24 de Fevereiro que visitamos o museu Martins Sarmento na cidade de Guimarães. À nossa espera estavam várias pessoas que nos acompanharam e apoiaram.
O grupo foi dividido pois as atividades eram diferentes para os meninos de 5 e de 4 anos.
Os meninos de 4 anos assistiram a uma história de encantar e a uma exibição de palhaços.  O grupo de 5/6 anos dirigiram-se para o claustro do Convento de S. Domingos do sec XVI.
No clautro assistiram a uma pequena "palestra" sobre Martins Sarmento.
Procurou-se mostrar às crianças que é possível aceder ao passado, para o conhecer e compreender, através do legado que nos foi deixado pelos antigos e que hoje se pode observar e admirar nos museus.

Martins Sarmento foi um célebre arqueólogo que se ocupou do estudo científico das ruínas da Citánia de Briteiros e contribuiu para a conservação e divulgação dessa riqueza.



Após a explicação, pintamos a figura do arqueólogo.



... e reconstruímos uma casinha do Castro do Sabroso que se encontrava no claustro.

Neste espaço expõe-se ainda, uma variada coleção de objetos de pedra polida,, composta por algumas dezenas de instrumentos genuínos de diversos formatos provenientes de diversas regiões do Norte e Centro de Portugal, tais como: machados de pedra, trituradores, martelos, polidores, enxós, pesos de rede e tear, etc. Além destas peças líticas, há ainda furadores de osso, fragmentos de contas de calaíte. Sobre as vitrinas o visitante pode observar um enxó e um machado em pedra, com reconstituição de encabamento.
Esta visita de estudo permitiu-nos mesmo confirmar que: " As pedram também falam".
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Aula de aeróbica... com a mãe da Eduarda.

A criança, ao longo do seu desenvolvimento, vai estabelecendo relações com o seu corpo, com o outro e com o mundo envolvente. Este intercâmbio vai ser fundamental para o desenrolar do seu processo de desenvolvimento e aprendizagem.

O ritmo, os sons exteriores e os sons produzidos pelo seu próprio corpo, ajudam a solidificar todo o processo de desenvolvimento na criança.
Promove a desinibição corporal, estimulação da coordenação motora, e afirmação pessoal através do movimento. A aeróbica para crianças é uma forma excitante e inovadora para incentivar os mais pequenos a serem mais activos.

Permite ainda:
- Desenvolver as habilidades motoras fundamentais;
. Promover a saúde através da atividade física;
- Desenvolver regras de socialização;
- Desenvolver o gosto pela atividade física;
- Promover um ambiente motivante e de aprendizagem.
A aula  com a professora Susana desenvolveu-se com movimentos divertidos coreografados com música, energia, criatividade e ritmo.
No final  sentados em circulo realizamos a avaliação do trabalho: EXCELENTE.
Agradecemos  com palavras e com palmas à mãe da Eduarda pela sua simpatia e por nos ter proporcionado esta experiencia tão enriquecedora, Claro que a convidamos a voltar ...









 
 

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Profissões

Estamos a terminar este mini projeto " As profisssões" este tema foi explorado de forma articulada envolvendo todas as áreas de conteúdo.
Expressão Musical
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“ As Pedras Também Falam” Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola"

Terminou a 1ª fase da 9ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola", com a apresentação dos projectos candidatos, cerca de 700 projectos.
São já conhecidos os projectos aprovados no concurso de ideias. Dos 701 projectos, o Júri Nacional seleccionou 351 para passarem à 2ª fase e que serão contemplados com apoio financeiro para o seu desenvolvimento.
Destes projectos consta o nosso “ As Pedras Também Falam
Agora vamos trabalhar com empenho e tentar fazer o nosso melhor, para isso contamos com o apoio de todos.
Para iniciarmos o projecto realizamos uma visita de estudo à Pedreira de Azias e ao Museu do Quartzo no Barral.

Para dar sua supervisão científica  contamos com a colaboração  de Orlando Costa, professor da área de Biologia e Geologia do nosso Agrupamento de Escolas. 



De bússola e martelo, os nossos geólogos de palmo e meio, procederam à recolha de algumas amostras de rochas representativas desta região. 


Amostras recolhidas

  
Visita ao Museu do Quartzo


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Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”

Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”


Cinco Projectos aprovados no Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
Foram aprovados cinco projectos que o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca apresentou ao Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”.
Com esta aprovação, o Agrupamento vai receber um prémio de participação que se traduz num apoio financeiro no montante global de 1900 euros, tendo em vista o apoio ao desenvolvimento de projectos a desenvolver na área das Ciências Exactas.
No âmbito da Direcção Regional de Educação do Norte, foram aprovados 182 candidaturas, 18 das quais dizem respeito ao Distrito de Viana do Castelo, entre elas as cinco do nosso Agrupamento.
Subordinada ao tema “Biologia Ciências da Terra e da Vida”, a 9.ª edição do "Ciência na Escola" operacionaliza-se em quatro escalões, do pré-escolar ao secundário, pretendendo estimular o interesse dos alunos pelas Ciências Exactas – Matemática, Física, Química, Biologia...
No Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, foram dois os projectos aprovados para dinamizar entre as crianças da educação pré-escolar, com os títulos genéricos “As pedras também falam” e “O milho dos meus avós”. Por sua vez, os projectos que envolvem turmas dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico intitulam-se “Biobarca” e “A união faz a força”. No ensino secundário, foi aprovado o projecto “Floresta: uma comunidade clímax”.
Recorde-se que a instituição do Prémio anual da Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola” resulta de um Protocolo assinado em 2002 entre a Fundação Ilídio Pinho e o Ministério da Educação.

http://www.avepb.net/sitio/index.php?option=com_content&view=article&id=385:premio-fundacao-ilidio-pinho-ciencia-na-escola&catid=2:gerais&Itemid=4 0 comentários

Eleições na nossa sala ...

Tal como fazemos todos os dias, reunimos à volta da mesa ou no tapete e contamos as novidades do dia anterior. Segunda-feira, após a eleição do Presidente da Republica as crianças chegaram à sala cheias de novidades.

- Ontem fui com a minha mãe votar, mas ela explicou-me que só posso votar quando tiver 18 anos.
- Eu também fui, não votei mas gostava muito…
 Estes meninos são muito atentos e sabiam o nome de quase todos os candidatos à Presidência da Republica assim como  do Presidente da Republica reeleito, mas não ficaram por aqui! Sabiam também o nome do Primeiro Ministro e do Presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca.
Após muito conversarmos o grupo chegou à conclusão que na nossa sala também fazia falta um presidente.
Para haver eleições na nossa sala precisamos de candidatos, por isso cada grupo ( são 3 os grupos) tiveram que eleger o seu candidato. Foram assim apresentados os três candidatos, da mesa 1 Daniel Lima, da mesa dois Afonso e da mesa 3 Aninhas.
- Temos de pintar também as Bandeiras, para depois festejarmos…
Tivemos que procurar uma bandeira, escolhemos a de Portugal, é muito bonita e é do nosso pais.
Na terça feira logo de manhã preparamos tudo, os boletins de voto que a professora fez no computador com as fotografias de todos os candidatos, a urna para colocar os votos uma esferográfica para fazer o x. Depois lá fomos votar, a Maria João, a Beatriz e o Simão estavam na mesa de voto a controlar os eleitores.
Um a um lá foram passando pela mesa de voto, no final fez-se a contagem, 13 votos para o Daniel Lima, 4 para o Afonso e 7 para a Aninha, (o candidato Afonso não veio à Escola por estar doente) a Maria João registou no Gráfico, o resultado.  
O vencedor foi o Daniel Lima.

Após a eleição discutiram-se as funções do novo presidente, assim o grupo decidiu que:


- Deveria cumprir todas as regras para dar sempre o exemplo;
- Aprovar as regras da sala;
- Falar com a Educadora quando algo não agradar;
- Ouvir a opinião dos colegas;
- Reunir com o grupo e debater assuntos do seu interesse.
Ficaram de pensar em mais... 0 comentários

INVERNO




Era uma vez um grupo de amigos que viviam na Serra da Estrela…. Eles eram bonecos de neve. Como estavam fartos de ser brancos resolveram pedir à Fada da Neve que os colorisse das cores que eles mais gostavam: azul (como o céu), verde (como as ervas que brotam na Primavera) e amarelo (como o sol). A fada disse que lhes concedia o desejo, mas eles teriam que dizer como deviam ser coloridos.
Tudo seria fácil se a Fada não impusesse duas condições:


1ª Cada boneco tem que ter as três cores (azul, verde e amarelo) ou seja, o chapéu, a cabeça e o corpo têm que ter cores diferentes;

2ª Todos os bonecos têm que ser diferentes uns dos outros, ou seja, um boneco não pode estar colorido da mesma forma que os seus amigos.

Queres ajudar os Bonecos de Neve? Quantos amigos são?



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